terça-feira, 23 de junho de 2015

A Besta (Parte II) - Roubando Almas



Após muitos turistas terem relatado aparições de espíritos em fotos que foram tiradas em alguns pontos do antigo vilarejo de Pluckley, que supostamente poderiam ser das vítimas da maligna criatura que atacou 5 pessoas fatalmente em 1950 no local, chamou a atenção de um grupo de paranormais, 3 jovens começam a investigar tais fenômenos.
O vilarejo que hoje em dia é apenas uma cidade abandonada e conservada sob os cuidados do governo foi temporariamente totalmente fechado para os turistas, especialmente para que os jovens rapazes paranormais pudessem estudar "em paz", os supostos fantasmas, a intenção era também se de fato ali existisse mesmo as almas daquelas vítimas tentar entrar em contato com os mesmos para poder entender o que aconteceu, para isso os jovens ficam atentos aos medidores de ondas eletromagnéticas, que é um aparelho que indica alguma presença de alguma criatura sobrenatural.
E assim começa a missão "Caça- fantasmas", câmeras especiais são instaladas na antiga casa da família Bristol e em algumas partes da floresta, e exatamente as 3:00 horas da madrugada, surge um estranho vulto registrado por uma das câmeras na cozinha, aonde morreu Adam, o último a ser atacado pela besta, o momento é registrado em câmera lenta pelos jovens paranormais, de fato era um espirito, dava pra ver nitidamente uma sombra parecia de um homem, a sombra surgiu do nada e caminhou em direção a porta.
Já pelas 4:30 da madrugada mais uma surpresa, ao tentar contato do lado de fora aonde Anthony foi morto com o corpo dividido em duas partes, um dos jovens com um medidor de ondas eletromagnéticas consegue capturar 3 falas que pareciam de diferentes pessoas, dava para escutar gritos, choros e pedido de ajuda, pareciam almas presas naquele lugar, uma voz parecia ser de Catherine que chorava o tempo todo e dizia para que fossem embora dali imediatamente.
A investigação parecia mais rápida do que os 3 rapazes esperavam, de fato era concreto, ali estão ainda os espíritos daquelas pessoas, um dos rapazes sugere até então manter sigilo sobre o que foi capturado e descoberto, era ambicioso, queria tirar alguma vantagem do estudo, e ganhar muito dinheiro, disse que jamais iria embora dali só porque um espirito ordenou.
Disse que queria mais e mais provas e vender material, tirar proveito era sua maior missão, começou até a debochar dos espíritos que lá estavam, aproveitou que ainda não havia luz do sol, pegou uma lanterna e materiais de capturas e disse que ia sozinho para a floresta buscar mais provas, lanterna acessa, o jovem caminhava cada vez mais e mais em busca de contato, foi quando o medidor captura uma presença maior, não parecia ser espíritos, era algo mais forte, é quando ouve um rosnado forte e agitado vindo em sua direção, em poucos segundos, a luz da lanterna mostra aquela criatura com chifres e olhos vermelhos, era a besta que desde 1951 não era vista até então.
Os dois jovens que estavam na casa capturando sons e imagens escutam apenas o grito de seu colega, quando correm em direção a floresta também com lanternas imaginaram que poderia ser um ataque de uma cobra ou qualquer outro animal, mas no momento jamais imaginaram que podia ser a besta que ressurgiu de uma caverna no centro da floresta.
Assim, avistaram uma lanterna ainda acessa caída no chão, e um silencio repentino, via o colega caído no chão encostado em um tronco de uma árvore, cheio de sangue no rosto e corpo, olhos semi abertos, estava morto, não deu tempo de tentar entender o que aconteceu, pois ali atrás deles surgiu uma enorme sombra com chifres, era a besta, que brutalmente ataca apenas um dos 2 jovens que sobraram, o outro correu em direção a casa dos Bristol, onde imediatamente pediu socorro.
Por um momento o jovem paranormal sentiu o hálito quente e fedorento da morte em seu rosto, em pouco tempo surge a polícia e bombeiros, o jovem está bem e apenas com leves ferimentos, é encaminhado a um hospital mais próximo.
Ao amanhecer, um batalhão de policia e até o exército entram com armas reforçadas na floresta, para resgatar os corpos dos jovens mortos e unir forças para matar a besta que ali voltou a atacar após muitos anos,fazem um "pente fino" na mata, porém só foi encontrado mesmo os cadáveres dos jovens paranormais, que em seguida foram retirados em sacos plásticos pretos.
A besta nunca foi encontrada, o jovem único sobrevivente da criatura divulga a prova de que teve contato com os espíritos, tanto que Catherine tentou avisar que fossem embora pois podiam morrer também. No material da busca pelos fenômenos antes relatados pelos turistas, havia fotos com aparições de uma jovem de longe vestida de preto e olhando para a máquina, vultos registrados e sons gravados.
A real intenção da besta não era só atacar, ela matava para roubar almas, que por algum motivo em 1950 quando matou os Bristol e um jovem estudante sendo 5 almas, sumiu antes de levar os espíritos para um portal em que a mesma surgia, portal que dava como entrada numa caverna na floresta, era o portal do inferno.
As almas não conformadas com suas mortes acabaram presas por lá ao redor da floresta e na casa em que viviam, a besta precisava de 7 almas apenas naquele momento, motivo de ter poupado a vida de um dos 3 jovens paranormais, como matou 5 em 1950 e mais 2 em 2014, a besta some no portal sombrio levando as 7 almas, e tudo indica que não foi a última vez que a criatura ressurge, pode demorar mais anos ou não, não se sabe ao certo quando, mas a besta vai voltar.
Somente o jovem sobrevivente que pôde ver quem era aquela criatura e relata como é seu formato, um aparelho paranormal também mostra em áudio o som da besta matando seus colegas, e até então Pluckley passa a ser um antigo vilarejo totalmente isolado juntamente com a floresta ao seu redor, era proibido por segurança qualquer humano ultrapassar placas e cercas implantadas ao redor.

Fim.



sexta-feira, 19 de junho de 2015

A Besta (Parte I)



Pluckley, Inglaterra, ano de 1950, pequeno vilarejo rodeado por uma imensa floresta, a qual a fauna é escassa; o silêncio é aterrorizante; e a composição é rochosa, fria e cheia de cavernas, A floresta apesar de sombria era a principal beleza natural que existia naquele lugar, turistas de todo o mundo lotavam o principal hotel, e assim crescia o vilarejo, gerando também emprego.
Nos 2 últimos anos tudo mudou, turistas começaram a sumir dali, tudo isso devido a estranhos fenômenos que passou a ocorrer, estranhos efeitos sonoros se ouvia de todo aquele vilarejo, sendo que o som vinha da floresta, parecia ser um animal (a principio), era muito assustador e bastante alto, parecia algo de outro mundo.
As aves que migravam por aquele verde todo, passaram a ficar cada dia mais agitados, pareciam fugir dali, alguns outros animais da região que também se habitavam na floresta passaram a aparecer mortos ao redor do vilarejo, suas carcaças parecia de um ataque de algum animal felino selvagem, mas por ali não havia tal espécie.
A cada dia que passava o som que vinha daquela floresta parecia mais perto dos habitantes do vilarejo, um dos habitantes de lá era a família Bristol, Anthony Bristol um pai de família, vive da caça na floresta, casado com Annie, o qual juntos tem dois filhos, Adam de 23 anos e Catherine de 18 anos.
A esposa de Anthony aconselhou o marido a parar com a caça até descobrirem que tipo de ser surgiu por ali, porém o homem sabia que não podia parar pois vivia daquilo. A família Bristol são os moradores mais próximos da floresta, seu filho mais velho sempre acompanhou o pai em suas caças, Catherine a filha mais nova e rebelde sempre sonhou em completar sua maioridade, e também sempre namorava escondida dos país e do irmão em um canto da floresta.
Desde então Pluckley passou a não ser mais a mesma,sentia-se odor de animais mortos de longe e ao cair da noite, assim que começava a escurecer que era a hora em que mais se escutava aquele terrível rosnado vindo da floresta, o vilarejo ficava praticamente deserto, crianças sumiam da pracinha, beatas religiosas iam a capela mais cedo para rezar, Porém dois jovens ali pareciam temer o fato.
Era Catherine que recebera no colégio um bilhete de um colega de sua sala convidando a moça para "dar uma namorada" quando fosse escurecer justamente em um dos acessos a floresta, a jovem que saiu de casa no meio da tarde enquanto seu pai e irmão estavam ausentes, aproveitou e enganou a mãe dizendo que ia encontrar uma amiga, já era noite, Anthony e Adam chegam e perguntam pela garota.
Enquanto isso ali num canto da floresta estava Catherine e seu colega de classe deitados na folhagem, trocando juras de amor e olhando o luar tampado pelos galhos das árvores, pareciam esquecer a hora, o mundo, e o perigo, pois o casal escutou passos fortes que pareciam de uma imensa aberração, galhos ali perto se quebravam, ouvia-se também gemidos que pareciam de animais noturnos sendo atacados.

-Mas que diabos é isso? (disse o rapaz).

-Não sei mas eu estou com muito medo, vamos sair daqui agora!

Nesse momento o casal que havia se afastado do trilho que levava de volta ao vilarejo começam a correr, aquele ser estranho estava cada vez mais próximo, a pouca iluminação da lua mostrava um imenso ser contorcido e peludo, no escuro dava para ver seus imensos olhos vermelhos, seu rosnado era alto, não sabia o que era aquilo, parecia um ser de outro mundo, é a partir dai que Catherine se arrepende de suas teimosias e suas aventuras por ali, quando estavam correndo a jovem escorrega e caí.
O garoto que ali estava com ela volta e tenta ajuda-la, porém quando se aproxima aquela imensa criatura contorcida e de movimentos ligeiros numa só bocada joga a jovem a alguns quilômetros de altura parecendo rasgar a moça por inteiro, o rapaz sem reação tem o mesmo fim, por alguns minutos quando aquilo ocorria, moradores do vilarejo em silêncio pararam para ouvir de suas casas todos aqueles gritos e rosnados, era uma noite de terror em Pluckley, todos sabiam que estavam acontecendo ali uma tragédia.
A família Bristol por morarem mais perto da floresta reconheceram os gritos de sua membra mais nova, o desespero e choro continha naquele momento, de repete, um silêncio atormentador faz com que o pai de Catherine desesperado sai com sua espingarda na mão rumo a floresta para buscar a filha, Adam o filho mais velho acompanha com uma tocha acessa, a busca leva poucos minutos, quando ambos retornam a casa com o corpo da jovem totalmente desfigurado, parecia uma carcaça de um animal, só a reconhecia por uma parte de seu rosto estar intacta.
O corpo do rapaz foi deixado na floresta, no desespero daquela família que acabara de perder um membro por alguma criatura que até então não existia nem ali nem lugar algum do mundo era tão grande que fez com que o pai da jovem se revoltasse e jurava matar aquela criatura naquela mesma noite.

-É hoje e é eu que vou dar um fim nesse animal ou seja lá o que for isso,
ele acabou com o meu tesouro, a minha única filha mulher que sempre sonhei, e eu vou acabar com ele. (diz Anthony com uma expressão de choro e ódio ao mesmo tempo).

Annie sua esposa implora para que seu marido não entre na floresta pois sabe que pode ter o mesmo fim, é quando aquele rosnado se aproxima, e ali aparece aquele ser, imenso, com sua pelagem banhada a sangue e um cheiro insuportável de podridão, é quando Anthony com a espingarda na mão rumo a criatura ordena para que sua esposa e seu filho entrem na casa e tranquem a porta.
De fato é o que ambos fizeram, quando tudo que se escutava era os tiros da espingarda e aqueles rosnados da tal criatura distorcida e de olhos vermelhos, um silêncio novamente toma conta, é quando Adam resolve abrir a porta lentamente, ouvia-se agora o ruído da porta abrindo aos poucos, assim que abre, a primeira coisa que Adam vê é seu pai, ali no solo há alguns quilômetros da casa, o corpo estava dividido, da cintura pra cima estava em um lado, as pernas pararam num galho de uma árvore por ali, e a espingarda do caçador totalmente quebrada.

-Mãe, não venha aqui, não veja isso, o papai...

Assim que Adam tenta narrar o que ali estava vendo, Annie chora desesperadamente, por impulso e inconformada com duas perdas na mesma noite corre em direção ao corpo do marido, quando a traiçoeira besta ataca também a mulher, parecia que aquela criatura queria mesmo era acabar com todos os Bristol, Adam imediatamente fecha a porta e a tranca, sabia que depois do ataque vinha um silêncio, aquele que era traiçoeiro.
O jovem em pânico tentando se controlar observa toda a casa vazia, a comida que sua mãe ali fazia no fogão a lenha a alguns minutos atrás já estava queimando, tudo era pra ser uma noite normal, em que ele e seu pai chegam da caça, e sua mãe serve o jantar para todos os 4 reunidos na mesa, Adam não acreditava no que estava acontecendo, acabara de perder sua família de forma brutal por um ser nunca antes visto.
O silêncio novamente toma conta, e Adam sentado ao chão da cozinha olha para as janelas de vidro rumo a escuridão lá fora, as velas que iluminavam a casa lacrimejavam assim como seus olhos, o único que ali sobreviveu do ataque da besta da floresta, quando o silêncio é interrompido por passos fortes e rosnados que pareciam se aproximar da porta da cozinha, num instante Adam se afasta rastejando devagar pelo chão, alguns segundos todo aquele barulho para novamente, até que de uma única vez a porta é arrancada em um só golpe.
É quando Adam fica frente a frente com aquele monstro, que fica ali também parado observando o medo do rapaz que também via melhor aquela criatura, com pernas e patas parecidas com as de um cavalo, pelos sujos,conseguia agora ver também dois chifres imensos,dentes afiados e olhos assustadores e vermelhos.

-Por favor, não me machuque, não me mate, por favor, não...não nãa...Aaaaahhhhhhhh!!!!!

Pluckley, Inglaterra, ano de 2014, Um vilarejo atualmente abandonado, completamente cheio de turistas explorando toda a fama de vilarejo mau assombrado, desde da passagem da besta, que matou uma família inteira numa só noite, que então nunca mais foi vista ali. A casa dos Bristol ainda é mantido e é a mais disputada pelos turistas da era atual, Catarina, jovem brasileira é uma das turistas que acabara de tirar fotos naquela casa onde houve a tragédia, assim que voltou a São Paulo, sua cidade, foi editar as fotos da viagem, foi ai que percebeu que havia em uma das fotos tirada na casa algumas pessoas distorcidas que no momento que foi tirada a foto não estavam lá, na floresta perto da casa onde também tiraram fotos apareceu outro fato estranho, parecia um rapaz também meio distorcido que também não estava ali no ato.

CONTINUA...


terça-feira, 16 de junho de 2015

Sombras no quarto

Era quase 3:00 da madrugada,acordo com uma imensa sede, tenho costume de deixar uma garrafinha com água na cômoda ao lado da minha cama para quando isso ocorra.
Nunca fui de acordar assim antes do despertador tocar pelo contrário, sempre tive um sono profundo.
Acendi o abajur e não vi minha garrafinha com água em cima da cômoda, lembro perfeitamente de deixa-la lá antes de dormir.
Levantei da cama para ir até a cozinha quando vi a garrafinha caída no chão, olhei para a janela achando que podia ser o vento derrubado, mas vi que permanecia fechada.
Neste momento ouvi um sussurro no ar, parecia um tipo de rosnado canino, só que mais leve e baixo,até podia achar que fosse na rua, mas o som voltou, e parecia cada vez mais perto de mim, olhei de baixo da cama pra ver se havia algo quando levanto vejo algumas sombras perto do abajur, fiquei parado com os olhos vidrados diante do que eu via dentro do meu quarto,corri em direção a porta sentei no chão e fechei meus olhos, essa foi a reação que consegui ter.
Quando abri os olhos não vi mais nada, cheguei a pensar que estava sonambulo e sonhando, então deitei na cama e voltei a dormir, quando prego os olhos novamente ouço aquele rosnado estranho, imediatamente acendi o abajur.
Não vi nada, só percebi que a porta do meu quarto estava aberta, e sempre a deixo fechada, vi também que a garrafinha com água estava novamente no chão, desta vez aberta a água estava toda derramada, e havia pegadas com as poças indo em direção a porta.
Tudo que consegui pensar foi que seja o que tivesse dentro do meu quarto foi embora, fechei a porta bruscamente e tranquei, nesse ato achando que estava em segurança me deparo com uma criatura perto da minha cama encostada na parede, era um ser de outro mundo, havia chifres na cabeça, era menor que eu,tinha uma cor meio avermelhada meio cinza.
E olhava pro nada com um sorriso maquiavélico 
Seus dentes eram enormes e afiados, aquela criatura se quer piscava ou mudava seu olhar, nem se movimentava.
Achei que fosse uma brincadeira de mau gosto de alguém,mas era real, não sabia o que fazer estava trancado no quarto só eu e aquela criatura.
Me aproximei, e quando cheguei mais perto ele movimentou as pupilas de seus olhos vermelhos em mim, ergueu aqueles braços escamosos em direção o meu pescoço, começou me enforcar com aquelas unhas afiadas e pontudas.
Eu ficava cada vez mais sem ar, não conseguia me livrar da criatura fui perdendo as forças e cada vez mais o ar.
Foi então que escutei o despertador tocar, o relógio marcava 8:00 horas da manhã e eu estava deitado na minha cama,o sol clareava o meu quarto pela janela,e não havia mais ninguém além de mim e minha garrafinha em cima da cômoda.
Ufa! Foi só um pesadelo, mas parecia muito real, eu parecia sentir todas aquelas emoções e me lembrava perfeitamente daquela criatura de chifres, fui pro banheiro escovar os dentes quando olhei ao espelho, notei marcas de unhas em meu pescoço.
Foi então que percebi que não foi só um pesadelo.





Guns N' Roses

Eu costumava amá-la, mas tive que mata-la, tive de colocá-la a sete palmos,e ainda a ouço se queixar.



Pânico na Universidade



Oi, meu nome é João, sou universitário, estudante de medicina, estou ou estava no inicio do curso, e venho por meio desta relatar a minha história e dos meus colegas que aconteceu na universidade, neste momento estou numa clinica, para ser mais claro estou num hospício, e estou melhorando, por pouco não enlouqueci somente eu e alguns de meus colegas sobreviveram...
Tudo começou numa noite de terça-feira estávamos na aula de anatomia que atrasou aquele dia, estava chovendo muito lá fora, uma verdadeira tempestade repleta de vento forte e muitos relâmpagos com trovões, parecia até propício a aula, estávamos na universidade apenas nossa turma e o professor de anatomia Billi.
Enquanto Billi abria cadáveres um grande estrondo de trovão interrompe a aula causando falta de energia em toda a universidade, alguns medrosos da turma saiu correndo da aula derrubando quase os defuntos das mesas,o professor Billi pedia para que ninguém entrasse em pânico antes que alguém machucasse ou até mesmo derrubasse um corpo.
Foi então que eu e o restante da turma saímos com lanternas e celulares clareando em direção ao ginásio, afinal estávamos praticamente presos dentro da universidade completamente escura, com uma tempestade lá fora, enquanto reuníamos tentando nos acalmar no ginásio sentimos a falta do professor.
Achávamos que ele precisava de ajuda com os corpos, por isso mesmo ninguém quis ir atrás, afinal o cenário já estava apavorante demais.
Enquanto a tempestade não passava a gente tentava distrair tocando violão jogando conversa fora, lá no ginásio mesmo, quando vi Megan e seu namorado Jhon saindo em direção as outras salas, aconselhamos todos ficar juntos, mas foi em vão, queriam se aventurar por lá mesmo.
O professor não voltava, as rajadas de ventos estava apavorante os relâmpagos clareava toda a universidade, de repente Megan volta ao ginásio sozinha aos prantos e cheia de sangue na roupa, perguntávamos o que aconteceu mas estava apavorada demais pra isso, foi quando eu e alguns colegas corremos para ver o que estava acontecendo, vimos um corpo em frente uma sala. era Jhon sem vida banhado a sangue, a poça escorria chão a fora David nosso colega chegou a vomitar.
Voltamos pro ginásio apavorados, Megan disse que viu uma pessoa vestida de morte com um machado na mão, golpeando Jhon pelas costas, precisávamos sair daquela universidade na hora, afinal havia um psicopata a solta, nos reunimos todos e corremos em direção ao portão principal que estava trancado,o muro era alto, impossível de pular.
Com lanternas quase fracas nos unimos, Paul com ódio nos olhos gritava:
-Aparece seu filho da puta, nós somos a maioria, e vamos pegar você!
Voltamos sem psicológico para o ginásio formando uma roda cada um com lanternas clareando em direções opostas, no ginásio todos chorando muito em desespero achamos mais uma colega nossa morta em cima do palco, nosso comportamento em pânico nos impediu de ligar buscando ajuda, quando tentamos todos os celulares estavam sem sinal de operadora e por azar sem sinal de emergência,não sabíamos mais o que fazer deduzimos que nosso professor estivesse morto, ou seria ele o próprio assassino.
Foi então que escutamos mais gritos, era do nosso professor, sabíamos que nesse momento ele estava sendo a próxima vítima de um assassino com sede de sangue, todos chorávamos , não havia portões que houvesse saída, No desespero Amy e Robert meus colegas iniciaram uma discussão, tudo porque Amy gritava chorando que todos nós iriamos morrer também,Robert gritou com ela para que calasse a boca.
Amy estava fora de si não parava de gritar e chorar, foi quando por um descuido de 15 minutos vimos Amy morta do outro lado do ginásio, com uma corda pendurada no pescoço, houve gritaria e mais pânico quando os holofotes dos relâmpagos clareava o corpo da nossa colega pendurada lá dava pra ver os olhos abertos olhando em nossa direção.
Percebemos que o objetivo do assassino naquela hora era de nos deixar cada vez mais apavorados querendo matar uns aos outros, nos deixar separados e até suicidarmos como aconteceu com Amy.
Naquele momento eu só achava que iria morrer de um jeito ou de outro, muitos diziam que também preferiam se matar do que deixar ser assassinado de forma tão cruel e brutal,um silêncio entre nós começou a nos assustar ainda mais, todos calaram, ouvia barulho dos trovões, nossas lanternas estavam fracas, havia um cheiro de sangue no local ficando insuportável, e o corpo de Amy permanecia pendurado no ginásio, Robert parecia se sentir culpado pela morte de Amy já que discutiu com ela, foi quando ele se manifestou dizendo que iria tirar Amy daquela corda e deixa-la deitada ao chão, pedimos para que ele não saísse de perto, afinal a gente tinha que ficar unidos, não conseguimos impedir, vimos ele se afastar com a lanterna fraca, quando ele se aproximou do corpo de Amy o holofote do relâmpago mostra um vulto negro cortando a cabeça de Robert com um machado, novamente foi um pânico no Ginásio, correria e berros, eu estava desesperado não sabia para onde correr mais, foi quando um holofote vermelho clareava o assassino no palco do ginásio, estava com um capuz vestido de morte, cabeça baixa e o machado cheio de sangue, neste momento ficamos congelados parados vendo o que mais poderia acontecer, ficamos sem reação olhando o assassino lá parado frio, parecia ter arrastado o corpo do professor Billi.
Perto do palco havia um gerador de energia, ninguém havia percebido isso, estava a caixa de energia lá aberta, quando o assassino com a roupa banhada a sangue abaixa o capuz daquela roupa de morte e em seus pés o corpo do professor, enquanto lentamente ele nos revelava seu rosto, ele gargalhava muito, parecia sentir prazer em ter feito tudo aquilo.
Suas gargalhadas parecia algo que já ouvimos antes, parecia ser conhecida, quando vimos o rosto, não acreditamos, era o nosso professor Billi.
Mas espera, aquele corpo em seus pés não era ele afinal?
-Olá turma, estão surpresos? Sim, fui eu que matei seus colegas com esse machado, aaah, e acharam que eu estava morto né? HAHAHAHA...
Foi isso que professor Billi disse no palco, parecia mais estar fazendo um espetáculo diante de nós, como se fossemos sua plateia, parecia outra pessoa em nossa frente, o professor Billi que conhecíamos antes era brincalhão, bem humorado, inteligente, nos dava força nas dúvidas, dava até coragem no inicio de não estranhar as aulas de anatomia.
Com medo e surpresos não conseguimos ter reação, ele nos revelou que teve a capacidade de pegar um corpo da sala de anatomia vestir sua roupa no corpo para nos enganar por alguns minutos, tudo fazia parte do show dele, era isso que ele dizia com orgulho, sem motivos, matou a sangue frio.
Dizia também que nunca iria parar numa cadeia, que preferia pagar no inferno do que numa penitenciária ou até hospício, foi quando ele pegou o machado ergueu em direção a caixa elétrica do gerador e então dava machadadas até que acabou eletrocutado, sua roupa negra de tecido fino representando a morte começou a pegar fogo, ele estava sendo eletrocutado, caiu de cima do palco ainda dando seus últimos suspiros, saímos correndo em pânico de dentro do ginásio, havia lá dentro muita fumaça e cheiro de carne torrada.
Na mesma noite gritamos perto do portão até que com custo já sem lanternas , no escuro alguém do lado de fora nos ouviu, contamos o que havia acontecido e conseguimos sair de lá direto pro hospital enquanto o IML removia todos os corpos na universidade.
Os dias, os meses foram passando, e eu que literalmente vi a morte na minha frente acabei aqui parando na clínica, buscando ajuda psicológica,Não sei até quando, O reitor da universidade depois de um mês fez uma homenagem aos nossos colegas mortos e lamentou o comportamento do professor que trabalhou a anos lá e nunca demonstrou qualquer agressividade antes, ninguém sabe o real motivo dos assassinatos, nem carta nem sinais de pertubação ele havia deixado antes de se matar, não sei como será daqui pra frente, se irei conseguir entrar novamente naquela universidade, só sei que quem voltou depois dessa tragédia disse que quando entram no ginásio vê o professor Billi vestido de morte dando gargalhadas no palco aonde morreu.




terça-feira, 2 de junho de 2015

A menor história de terror já feita: O último homem da terra estava sozinho num quarto, Alguém bateu na porta.