Oi, meu nome é João, sou universitário, estudante de medicina, estou ou estava no inicio do curso, e venho por meio desta relatar a minha história e dos meus colegas que aconteceu na universidade, neste momento estou numa clinica, para ser mais claro estou num hospício, e estou melhorando, por pouco não enlouqueci somente eu e alguns de meus colegas sobreviveram...
Tudo começou numa noite de terça-feira estávamos na aula de anatomia que atrasou aquele dia, estava chovendo muito lá fora, uma verdadeira tempestade repleta de vento forte e muitos relâmpagos com trovões, parecia até propício a aula, estávamos na universidade apenas nossa turma e o professor de anatomia Billi.
Enquanto Billi abria cadáveres um grande estrondo de trovão interrompe a aula causando falta de energia em toda a universidade, alguns medrosos da turma saiu correndo da aula derrubando quase os defuntos das mesas,o professor Billi pedia para que ninguém entrasse em pânico antes que alguém machucasse ou até mesmo derrubasse um corpo.
Foi então que eu e o restante da turma saímos com lanternas e celulares clareando em direção ao ginásio, afinal estávamos praticamente presos dentro da universidade completamente escura, com uma tempestade lá fora, enquanto reuníamos tentando nos acalmar no ginásio sentimos a falta do professor.
Achávamos que ele precisava de ajuda com os corpos, por isso mesmo ninguém quis ir atrás, afinal o cenário já estava apavorante demais.
Enquanto a tempestade não passava a gente tentava distrair tocando violão jogando conversa fora, lá no ginásio mesmo, quando vi Megan e seu namorado Jhon saindo em direção as outras salas, aconselhamos todos ficar juntos, mas foi em vão, queriam se aventurar por lá mesmo.
O professor não voltava, as rajadas de ventos estava apavorante os relâmpagos clareava toda a universidade, de repente Megan volta ao ginásio sozinha aos prantos e cheia de sangue na roupa, perguntávamos o que aconteceu mas estava apavorada demais pra isso, foi quando eu e alguns colegas corremos para ver o que estava acontecendo, vimos um corpo em frente uma sala. era Jhon sem vida banhado a sangue, a poça escorria chão a fora David nosso colega chegou a vomitar.
Voltamos pro ginásio apavorados, Megan disse que viu uma pessoa vestida de morte com um machado na mão, golpeando Jhon pelas costas, precisávamos sair daquela universidade na hora, afinal havia um psicopata a solta, nos reunimos todos e corremos em direção ao portão principal que estava trancado,o muro era alto, impossível de pular.
Com lanternas quase fracas nos unimos, Paul com ódio nos olhos gritava:
Tudo começou numa noite de terça-feira estávamos na aula de anatomia que atrasou aquele dia, estava chovendo muito lá fora, uma verdadeira tempestade repleta de vento forte e muitos relâmpagos com trovões, parecia até propício a aula, estávamos na universidade apenas nossa turma e o professor de anatomia Billi.
Enquanto Billi abria cadáveres um grande estrondo de trovão interrompe a aula causando falta de energia em toda a universidade, alguns medrosos da turma saiu correndo da aula derrubando quase os defuntos das mesas,o professor Billi pedia para que ninguém entrasse em pânico antes que alguém machucasse ou até mesmo derrubasse um corpo.
Foi então que eu e o restante da turma saímos com lanternas e celulares clareando em direção ao ginásio, afinal estávamos praticamente presos dentro da universidade completamente escura, com uma tempestade lá fora, enquanto reuníamos tentando nos acalmar no ginásio sentimos a falta do professor.
Achávamos que ele precisava de ajuda com os corpos, por isso mesmo ninguém quis ir atrás, afinal o cenário já estava apavorante demais.
Enquanto a tempestade não passava a gente tentava distrair tocando violão jogando conversa fora, lá no ginásio mesmo, quando vi Megan e seu namorado Jhon saindo em direção as outras salas, aconselhamos todos ficar juntos, mas foi em vão, queriam se aventurar por lá mesmo.
O professor não voltava, as rajadas de ventos estava apavorante os relâmpagos clareava toda a universidade, de repente Megan volta ao ginásio sozinha aos prantos e cheia de sangue na roupa, perguntávamos o que aconteceu mas estava apavorada demais pra isso, foi quando eu e alguns colegas corremos para ver o que estava acontecendo, vimos um corpo em frente uma sala. era Jhon sem vida banhado a sangue, a poça escorria chão a fora David nosso colega chegou a vomitar.
Voltamos pro ginásio apavorados, Megan disse que viu uma pessoa vestida de morte com um machado na mão, golpeando Jhon pelas costas, precisávamos sair daquela universidade na hora, afinal havia um psicopata a solta, nos reunimos todos e corremos em direção ao portão principal que estava trancado,o muro era alto, impossível de pular.
Com lanternas quase fracas nos unimos, Paul com ódio nos olhos gritava:
-Aparece seu filho da puta, nós somos a maioria, e vamos pegar você!
Voltamos sem psicológico para o ginásio formando uma roda cada um com lanternas clareando em direções opostas, no ginásio todos chorando muito em desespero achamos mais uma colega nossa morta em cima do palco, nosso comportamento em pânico nos impediu de ligar buscando ajuda, quando tentamos todos os celulares estavam sem sinal de operadora e por azar sem sinal de emergência,não sabíamos mais o que fazer deduzimos que nosso professor estivesse morto, ou seria ele o próprio assassino.
Foi então que escutamos mais gritos, era do nosso professor, sabíamos que nesse momento ele estava sendo a próxima vítima de um assassino com sede de sangue, todos chorávamos , não havia portões que houvesse saída, No desespero Amy e Robert meus colegas iniciaram uma discussão, tudo porque Amy gritava chorando que todos nós iriamos morrer também,Robert gritou com ela para que calasse a boca.
Amy estava fora de si não parava de gritar e chorar, foi quando por um descuido de 15 minutos vimos Amy morta do outro lado do ginásio, com uma corda pendurada no pescoço, houve gritaria e mais pânico quando os holofotes dos relâmpagos clareava o corpo da nossa colega pendurada lá dava pra ver os olhos abertos olhando em nossa direção.
Percebemos que o objetivo do assassino naquela hora era de nos deixar cada vez mais apavorados querendo matar uns aos outros, nos deixar separados e até suicidarmos como aconteceu com Amy.
Naquele momento eu só achava que iria morrer de um jeito ou de outro, muitos diziam que também preferiam se matar do que deixar ser assassinado de forma tão cruel e brutal,um silêncio entre nós começou a nos assustar ainda mais, todos calaram, ouvia barulho dos trovões, nossas lanternas estavam fracas, havia um cheiro de sangue no local ficando insuportável, e o corpo de Amy permanecia pendurado no ginásio, Robert parecia se sentir culpado pela morte de Amy já que discutiu com ela, foi quando ele se manifestou dizendo que iria tirar Amy daquela corda e deixa-la deitada ao chão, pedimos para que ele não saísse de perto, afinal a gente tinha que ficar unidos, não conseguimos impedir, vimos ele se afastar com a lanterna fraca, quando ele se aproximou do corpo de Amy o holofote do relâmpago mostra um vulto negro cortando a cabeça de Robert com um machado, novamente foi um pânico no Ginásio, correria e berros, eu estava desesperado não sabia para onde correr mais, foi quando um holofote vermelho clareava o assassino no palco do ginásio, estava com um capuz vestido de morte, cabeça baixa e o machado cheio de sangue, neste momento ficamos congelados parados vendo o que mais poderia acontecer, ficamos sem reação olhando o assassino lá parado frio, parecia ter arrastado o corpo do professor Billi.
Perto do palco havia um gerador de energia, ninguém havia percebido isso, estava a caixa de energia lá aberta, quando o assassino com a roupa banhada a sangue abaixa o capuz daquela roupa de morte e em seus pés o corpo do professor, enquanto lentamente ele nos revelava seu rosto, ele gargalhava muito, parecia sentir prazer em ter feito tudo aquilo.
Suas gargalhadas parecia algo que já ouvimos antes, parecia ser conhecida, quando vimos o rosto, não acreditamos, era o nosso professor Billi.
Mas espera, aquele corpo em seus pés não era ele afinal?
Foi então que escutamos mais gritos, era do nosso professor, sabíamos que nesse momento ele estava sendo a próxima vítima de um assassino com sede de sangue, todos chorávamos , não havia portões que houvesse saída, No desespero Amy e Robert meus colegas iniciaram uma discussão, tudo porque Amy gritava chorando que todos nós iriamos morrer também,Robert gritou com ela para que calasse a boca.
Amy estava fora de si não parava de gritar e chorar, foi quando por um descuido de 15 minutos vimos Amy morta do outro lado do ginásio, com uma corda pendurada no pescoço, houve gritaria e mais pânico quando os holofotes dos relâmpagos clareava o corpo da nossa colega pendurada lá dava pra ver os olhos abertos olhando em nossa direção.
Percebemos que o objetivo do assassino naquela hora era de nos deixar cada vez mais apavorados querendo matar uns aos outros, nos deixar separados e até suicidarmos como aconteceu com Amy.
Naquele momento eu só achava que iria morrer de um jeito ou de outro, muitos diziam que também preferiam se matar do que deixar ser assassinado de forma tão cruel e brutal,um silêncio entre nós começou a nos assustar ainda mais, todos calaram, ouvia barulho dos trovões, nossas lanternas estavam fracas, havia um cheiro de sangue no local ficando insuportável, e o corpo de Amy permanecia pendurado no ginásio, Robert parecia se sentir culpado pela morte de Amy já que discutiu com ela, foi quando ele se manifestou dizendo que iria tirar Amy daquela corda e deixa-la deitada ao chão, pedimos para que ele não saísse de perto, afinal a gente tinha que ficar unidos, não conseguimos impedir, vimos ele se afastar com a lanterna fraca, quando ele se aproximou do corpo de Amy o holofote do relâmpago mostra um vulto negro cortando a cabeça de Robert com um machado, novamente foi um pânico no Ginásio, correria e berros, eu estava desesperado não sabia para onde correr mais, foi quando um holofote vermelho clareava o assassino no palco do ginásio, estava com um capuz vestido de morte, cabeça baixa e o machado cheio de sangue, neste momento ficamos congelados parados vendo o que mais poderia acontecer, ficamos sem reação olhando o assassino lá parado frio, parecia ter arrastado o corpo do professor Billi.
Perto do palco havia um gerador de energia, ninguém havia percebido isso, estava a caixa de energia lá aberta, quando o assassino com a roupa banhada a sangue abaixa o capuz daquela roupa de morte e em seus pés o corpo do professor, enquanto lentamente ele nos revelava seu rosto, ele gargalhava muito, parecia sentir prazer em ter feito tudo aquilo.
Suas gargalhadas parecia algo que já ouvimos antes, parecia ser conhecida, quando vimos o rosto, não acreditamos, era o nosso professor Billi.
Mas espera, aquele corpo em seus pés não era ele afinal?
-Olá turma, estão surpresos? Sim, fui eu que matei seus colegas com esse machado, aaah, e acharam que eu estava morto né? HAHAHAHA...
Foi isso que professor Billi disse no palco, parecia mais estar fazendo um espetáculo diante de nós, como se fossemos sua plateia, parecia outra pessoa em nossa frente, o professor Billi que conhecíamos antes era brincalhão, bem humorado, inteligente, nos dava força nas dúvidas, dava até coragem no inicio de não estranhar as aulas de anatomia.
Com medo e surpresos não conseguimos ter reação, ele nos revelou que teve a capacidade de pegar um corpo da sala de anatomia vestir sua roupa no corpo para nos enganar por alguns minutos, tudo fazia parte do show dele, era isso que ele dizia com orgulho, sem motivos, matou a sangue frio.
Dizia também que nunca iria parar numa cadeia, que preferia pagar no inferno do que numa penitenciária ou até hospício, foi quando ele pegou o machado ergueu em direção a caixa elétrica do gerador e então dava machadadas até que acabou eletrocutado, sua roupa negra de tecido fino representando a morte começou a pegar fogo, ele estava sendo eletrocutado, caiu de cima do palco ainda dando seus últimos suspiros, saímos correndo em pânico de dentro do ginásio, havia lá dentro muita fumaça e cheiro de carne torrada.
Na mesma noite gritamos perto do portão até que com custo já sem lanternas , no escuro alguém do lado de fora nos ouviu, contamos o que havia acontecido e conseguimos sair de lá direto pro hospital enquanto o IML removia todos os corpos na universidade.
Com medo e surpresos não conseguimos ter reação, ele nos revelou que teve a capacidade de pegar um corpo da sala de anatomia vestir sua roupa no corpo para nos enganar por alguns minutos, tudo fazia parte do show dele, era isso que ele dizia com orgulho, sem motivos, matou a sangue frio.
Dizia também que nunca iria parar numa cadeia, que preferia pagar no inferno do que numa penitenciária ou até hospício, foi quando ele pegou o machado ergueu em direção a caixa elétrica do gerador e então dava machadadas até que acabou eletrocutado, sua roupa negra de tecido fino representando a morte começou a pegar fogo, ele estava sendo eletrocutado, caiu de cima do palco ainda dando seus últimos suspiros, saímos correndo em pânico de dentro do ginásio, havia lá dentro muita fumaça e cheiro de carne torrada.
Na mesma noite gritamos perto do portão até que com custo já sem lanternas , no escuro alguém do lado de fora nos ouviu, contamos o que havia acontecido e conseguimos sair de lá direto pro hospital enquanto o IML removia todos os corpos na universidade.
Os dias, os meses foram passando, e eu que literalmente vi a morte na minha frente acabei aqui parando na clínica, buscando ajuda psicológica,Não sei até quando, O reitor da universidade depois de um mês fez uma homenagem aos nossos colegas mortos e lamentou o comportamento do professor que trabalhou a anos lá e nunca demonstrou qualquer agressividade antes, ninguém sabe o real motivo dos assassinatos, nem carta nem sinais de pertubação ele havia deixado antes de se matar, não sei como será daqui pra frente, se irei conseguir entrar novamente naquela universidade, só sei que quem voltou depois dessa tragédia disse que quando entram no ginásio vê o professor Billi vestido de morte dando gargalhadas no palco aonde morreu.

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