Pele branca feito a neve, roupas vermelho claro de dia, e negro a noite, Bianca morava em algum lugar na Europa, trabalhava a alguns anos como secretária de uma empresa, como de costume, servia o cafézinho ao patrão até a função de ser o braço direito dele.
Bianca não gostava de regras e ordens, dava sorrisos amarelos a quem tinha que obedecer na empresa, e sempre que tinha que servir o café, aproveitava para cuspir na xícara e servir a bebida nojenta por anos sem que fosse pega, adorava ver patrão, diretores, e qualquer outro tomando daquele café, nessas horas sim, Bianca sorria com vontade.
A garota tinha um grande segredo, que praticava em algumas noites, ela era líder de um grupo satânico, fazia seitas secretas com seus membros, se reuniam em uma cabana escondida no meio de uma floresta, pouco distante da cidade em que morava.
Em alguns rituais Bianca e seus membros vestiam roupas longas e negras com capuz na cabeça, era conhecida como Bianca Red pois aonde passava pela neve adorava deixar rastros de sangue a encobrindo.
Sacrificavam animais, e possuía um livro negro, ao qual era escrito em uma língua que somente ela sabia, era escrito a próprio punho...com sangue! Nenhum membro do grupo sabia quem o escreveu, apenas sabiam que daquele livro as ordens eram praticadas.
Bianca e todos os membros haviam feito pactos com um Demônio, e cada um que não seguisse as regras seriam conduzidos a uma maldição por muitos anos antes de morrer.
Certa noite lendo o livro, Bianca é ordenada na escritura de ter que matar 7 crianças em até sete horas após ter lido do capítulo, para ela não seria algo terrível de se fazer, afinal ela não sabia o que era sentimentos, nem mesmo sabia o que era sentir medo, agia somente pela razão.
Pensou em visitar algum orfanato e levar as crianças escondidas, mas lembrou-se de Sara, sua prima que morava na mesma cidade, Sara era pobre, e havia se casado com outro primo próximo, teve sete filhos quase um perto do outro,que ainda são crianças, todas deficientes físicas e mental, a mulher achou que tentando ter mais filhos algum dia nasceria algum saudável.
Conduzindo seu carro com mais um rapaz membro de suas seitas, Bianca corre até Sara, dizia que iria matar 7 coelhos numa paulada só bem antes do seu prazo de entrega a seu mestre.
Sara sozinha em casa com suas sete crianças não imaginava que o canto da coruja anunciava uma tragédia, ao abrir a porta Sara é desacordada a pauladas, e os sete meninos levados sem dó.
Bianca não sabia de que forma matar as sete crianças que o livro ordenava, mas sabia que cada corpo tinha que estar em cada lugar diferente, assim Bianca com ajuda de seu comparsa a noite leva os sete meninos até a uma linha de trem de ferro, deixa o primeiro menino quando o trem se aproxima, Jatos de sangue banham a neve caída ao solo.
E assim Bianca foi cumprindo a ordem de seu senhor, dando certas distâncias entre um corpo e outro, cujos lugares isolados, quando deu fim ao último menino respirou aliviada e sem nenhum remorso ou sentimento de culpa.
Achava até que estava ajudando sua prima a se livrar de um sofrimento, Bianca adorava ver a neve clara com um tom vermelho de sangue, olhava aquilo como uma beleza rara do mundo.
Manipuladora,após cumprir a 'missão' e se auto vitoriar, Bianca abre o ritual final na cabana, antes do amanhecer, exausta porém concentrada, desenha uma enorme estrela no chão com giz branco, acende diversas velas e coloca o livro negro no centro da estrela.
- É o fim de um ciclo, meus caros membros! Estão dispensados.
Sozinha na cabana Bianca exige de seu mestre tudo que pediu, riqueza e mais riqueza, muito dinheiro pro resto da vida, havia na cabana um imenso espelho de corpo inteiro.
Bianca olhava fixamente ao espelho enquanto ajeitava seu cabelo, e vê atrás a imagem de uma anciã corcunda vestida também de negro, conduzida por uma torta bengala, capuz na cabeça e imensos cabelos brancos.
Bianca irada expulsa a velhinha que ousou procurar abrigo naquele lugar, mas a velha a oferece uma maçã.
- Não estou com fome, saia daqui velha maldita!
Insistente a velha sorridente e segura de si diz que a maçã foi colhida na floresta e que está fresca, entrega a Bianca que para não ter que se livrar da velha radicalmente come o fruto.
Bianca cai ao chão porém não totalmente desacordada, a velha começa a dar gargalhadas dizendo que o último menino foi salvo por um caçador antes mesmo que o trem o passasse por cima e que ela pudesse ver.
Já havia passado o prazo da entrega das sete crianças, não dava mais tempo de procurar outra criança, e seu mestre jamais perdoava o prazo ordenado, Bianca agoniza ao chão, a velha que entregou a maçã se transforma em algum ser metade humano e metade animal (com chifres).
Bianca morre na cabana após comer daquela maçã, sombras e vultos vagam sobre seu corpo mãos sem corpos saem do espelho, enquanto seu senhor vai embora levando o livro negro rumo a floresta, a neve lá fora aos poucos começa a se derreter enquanto os olhos de Bianca começam a vidrar abertamente e seu corpo por ali mesmo a apodrecer.
Uma vez uma voz me sussurrou durante um sonho que tive, ela me dizia que eu começaria a contar para o mundo todos os segredos que há entre o céu e a terra, porém contaria todos esses segredos através de versos compostos ou talvez como mais conhecido, contos de terror, e aqui você desvenda o que existe nesse Universo paralelo, e descobre que o céu não é o limite, pois limite não existe.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
sábado, 25 de julho de 2015
Jackie o Sonambulo
Meu nome é Jackie, e minhas noites se tornaram um pesadelo, nem sempre foi assim, nem mesmo quando eu era criança costumava ter medos noturnos ou pesadelos, certas coisas só começaram a acontecer comigo quando eu, meus pais e minha irmã nos mudamos para esse casarão.
São exatamente 10 anos de muitos tormentos na minha cabeça,eu passei a andar sozinho pela casa dormindo, atravessava o corredor dos nossos quartos e até conseguia descer a escadaria rumo a sala, cheguei a uma vez acordar assustado sentado numa cadeira no nosso quintal sob uma chuva, mas não era só isso...
Eu sempre sentia que alguém estava me acompanhando nessas noites de sonambulismo, mas não tinha certeza, apenas sentia uma presença caminhando comigo desacordado pela casa escura.
Minha mãe já me levou no médico diversas vezes, em diversos médicos diferentes para tentar me ajudar, já tomei diversos tipos de remédios, desde pequenos comprimidos até as mais estranhas capsulas, eu me sentia um louco, pensava que a qualquer momento minha mãe iria me internar.
Nada resolveu, cheguei ao ponto de ser amarrado na cama uma vez, mas dizem que nessa noite eu tive muitos pesadelos e acordei toda a casa gritando, os pesadelos assim como meu sonambulismo era frequente.
O que via em meus pesadelos era a minha casa, mas era sempre diferente, é uma casa antiga de assoalho no chão o qual fazia muito barulho durante a noite, e claro só eu os ouvia, mas como eu dizia, nos meus pesadelos eu andava pela minha casa vazia, porém não era eu e nem a minha família que habitava nela.
Eu via uma outra família, havia duas crianças um homem e uma mulher, parecia que nem era mais pesadelo de tão real, cada noite que eu me levantava da cama dormindo e andava pela casa, além de sentir uma presença que pesava a minha respiração, eu começava a ter os pesadelos ali mesmo, sonambulo.
O corredor, as portas, a escadaria, tudo eu via como se fosse em outra época,comecei a entrar em depressão, quando começava a escurecer e eu sabia que tinha que dormir eu já surtava.
Dormir se tornou meu maior desafio, até um padre já veio em casa fazer um descarrego, confesso que consegui dormir por uma semana em paz, mas logo os pesadelos começou tudo de novo e com eles o meu sonambulismo, minha mãe havia até escondido as facas da casa.
Em uma dessas ''caminhadas'' na madrugada pela casa, comecei a enxergar coisas com mais nitidez, ouvia sons, vinha da sala, desci a escada lentamente pé por pé em silêncio, a casa toda escura parei na escadaria quando de baixo vi dois faróis em meio ao escuro, pareciam um par de olhos olhando para mim, comecei a ver em seguida duas meninas brincando na sala, e uma mulher tricotando na cadeira de balanço ( a qual ainda temos), mas elas não me viam.
As duas meninas sorriam alegremente, até que alguém abre a porta como se tivesse querendo se esconder as pressas, era um homem, talvez o pai das crianças e marido da mulher que começou a lutar com o homem.
Não entendia o que estava acontecendo, as imagens estavam embaçadas, espera, o homem está armado, não, não faça isso, são apenas crianças, não faça isso! Gritava a mulher quando foi acertada com vários tiros.
As crianças escondidas em baixo da mesa de centro da sala não foram poupadas, tentei fechar os olhos, tentei impedir que ele fizesse aquilo, mas eu não conseguia me mexer, alguma força me segurava que tudo que conseguia era ver tudo aquilo quieto, por fim o homem se mata atirando em sua própria cabeça.
A sala da minha casa estava banhada a sangue, havia sangue nas paredes, no telhado, no chão, e todos mortos, de repente a imagem daquilo se apagara lentamente e tudo que vejo e a sala escura novamente, não conseguia mais compreender se era real ou não.
eu estava em pé na metade da escadaria quando vejo duas meninas com vestidos brancos logo em baixo, elas me chamavam, seguravam suas bonecas, a cadeira de balanço começou a balançar rapidamente sozinha, tentei subir a escada e correr para o quarto dos meus pais, mas não conseguia ter força para tal, as meninas continuava me chamando.
Desci a escada e segui elas que me conduziram até o porão, no porão escuro elas me mostravam uma porta que nunca havia visto antes, a porta se abre sozinha, havia um pequeno clarão formando um leque de luz entre a porta meia aberta e o porão escuro.
As meninas entraram, e eu fiquei ali parado, esperando que algo acontecesse, mas fui devagar até a porta, a abri lentamente, fechei os olhos forçado, quando abri, havia um antigo abajur ligado, no chão havia muita ossada humana, as duas meninas me olhavam fixamente enquanto seus olhos sangravam.
Quando pensei em gritar senti meus pés descalços no chão, e tudo ali ficou escuro, assim como a casa, naquela madrugada, eu estava finalmente acordado, não via mais nada além de reflexos de luz da rua que atravessam os vidros das janelas.
Corri sobre o mesmo trajeto, eu estava no porão, subi as escadas e imediatamente acendi a luz do quarto dos meus pais, minha respiração ofegante, minha mãe preocupada tenta me consolar dizendo que foi mais um pesadelo.
Não podia ser aquilo somente um pesadelo, era muito real, minha irmã acordou e convenci a todos de ir comigo até a porta que eu havia aberto dentro do porão.
Podiam achar que eu estava louco de vez, mas preferi arriscar, acendi todas as luzes da casa, descemos todos até o porão, e realmente naquela porta que nunca prestamos atenção estava aberta, acendi uma lanterna, estava finalmente disposto a provar que havia ali ossos humanos, ou finalmente poder ser internado.
Engoli um pouco de saliva e fui até a porta, bom pelo menos isso era uma prova de que não foi totalmente pesadelo, apontei a luz forte da lanterna até aquele pequeno comodo antes desconhecido, chamei meus pais e minha irmã, a reação de todos foi chocante, havia mesmo uma ossada dentro do nosso porão.
Já estava quase amanhecendo, chamamos a policia que nos contou sobre um assassinato que ocorreu na nossa casa há quase 60 anos atrás, foi a primeira família a morar lá, o homem começou a ter distúrbios,e esquizofrenia, num ato da falta de seu estado normal, matou sua família e em seguida suicidou.
Seu irmão que chegou no local pouco tempo depois, escondeu os corpos até a porta isolada no porão, sabia que ali ninguém nunca perceberia, sua intensão era evitar que o nome de sua família se misturasse com escândalos e crimes.
Esse mesmo passou a vida mentindo para a polícia que seu irmão e sua família havia se mudado escondido sem deixar nenhuma pista do paradeiro, porém no leito da morte confessou o assassinato do irmão mas em seus últimos suspiros não conseguiu dizer aonde escondeu os corpos.
O policial meio desconfiado nos fez diversas perguntas, principalmente a mim, que cai na real: Eu vi os espíritos das crianças que moravam aqui, elas só queriam a minha ajuda para serem livres daquela casa após muitos anos.
Ps: Mesmo com o assunto resolvido nos mudamos de casa, meu sonambulismo acabou e os pesadelos também, porém pros meus pais e minha irmã, morar numa casa antiga aonde ocorreu mortes trágicas não era nada confortável.
FIM.
São exatamente 10 anos de muitos tormentos na minha cabeça,eu passei a andar sozinho pela casa dormindo, atravessava o corredor dos nossos quartos e até conseguia descer a escadaria rumo a sala, cheguei a uma vez acordar assustado sentado numa cadeira no nosso quintal sob uma chuva, mas não era só isso...
Eu sempre sentia que alguém estava me acompanhando nessas noites de sonambulismo, mas não tinha certeza, apenas sentia uma presença caminhando comigo desacordado pela casa escura.
Minha mãe já me levou no médico diversas vezes, em diversos médicos diferentes para tentar me ajudar, já tomei diversos tipos de remédios, desde pequenos comprimidos até as mais estranhas capsulas, eu me sentia um louco, pensava que a qualquer momento minha mãe iria me internar.
Nada resolveu, cheguei ao ponto de ser amarrado na cama uma vez, mas dizem que nessa noite eu tive muitos pesadelos e acordei toda a casa gritando, os pesadelos assim como meu sonambulismo era frequente.
O que via em meus pesadelos era a minha casa, mas era sempre diferente, é uma casa antiga de assoalho no chão o qual fazia muito barulho durante a noite, e claro só eu os ouvia, mas como eu dizia, nos meus pesadelos eu andava pela minha casa vazia, porém não era eu e nem a minha família que habitava nela.
Eu via uma outra família, havia duas crianças um homem e uma mulher, parecia que nem era mais pesadelo de tão real, cada noite que eu me levantava da cama dormindo e andava pela casa, além de sentir uma presença que pesava a minha respiração, eu começava a ter os pesadelos ali mesmo, sonambulo.
O corredor, as portas, a escadaria, tudo eu via como se fosse em outra época,comecei a entrar em depressão, quando começava a escurecer e eu sabia que tinha que dormir eu já surtava.
Dormir se tornou meu maior desafio, até um padre já veio em casa fazer um descarrego, confesso que consegui dormir por uma semana em paz, mas logo os pesadelos começou tudo de novo e com eles o meu sonambulismo, minha mãe havia até escondido as facas da casa.
Em uma dessas ''caminhadas'' na madrugada pela casa, comecei a enxergar coisas com mais nitidez, ouvia sons, vinha da sala, desci a escada lentamente pé por pé em silêncio, a casa toda escura parei na escadaria quando de baixo vi dois faróis em meio ao escuro, pareciam um par de olhos olhando para mim, comecei a ver em seguida duas meninas brincando na sala, e uma mulher tricotando na cadeira de balanço ( a qual ainda temos), mas elas não me viam.
As duas meninas sorriam alegremente, até que alguém abre a porta como se tivesse querendo se esconder as pressas, era um homem, talvez o pai das crianças e marido da mulher que começou a lutar com o homem.
Não entendia o que estava acontecendo, as imagens estavam embaçadas, espera, o homem está armado, não, não faça isso, são apenas crianças, não faça isso! Gritava a mulher quando foi acertada com vários tiros.
As crianças escondidas em baixo da mesa de centro da sala não foram poupadas, tentei fechar os olhos, tentei impedir que ele fizesse aquilo, mas eu não conseguia me mexer, alguma força me segurava que tudo que conseguia era ver tudo aquilo quieto, por fim o homem se mata atirando em sua própria cabeça.
A sala da minha casa estava banhada a sangue, havia sangue nas paredes, no telhado, no chão, e todos mortos, de repente a imagem daquilo se apagara lentamente e tudo que vejo e a sala escura novamente, não conseguia mais compreender se era real ou não.
eu estava em pé na metade da escadaria quando vejo duas meninas com vestidos brancos logo em baixo, elas me chamavam, seguravam suas bonecas, a cadeira de balanço começou a balançar rapidamente sozinha, tentei subir a escada e correr para o quarto dos meus pais, mas não conseguia ter força para tal, as meninas continuava me chamando.
Desci a escada e segui elas que me conduziram até o porão, no porão escuro elas me mostravam uma porta que nunca havia visto antes, a porta se abre sozinha, havia um pequeno clarão formando um leque de luz entre a porta meia aberta e o porão escuro.
As meninas entraram, e eu fiquei ali parado, esperando que algo acontecesse, mas fui devagar até a porta, a abri lentamente, fechei os olhos forçado, quando abri, havia um antigo abajur ligado, no chão havia muita ossada humana, as duas meninas me olhavam fixamente enquanto seus olhos sangravam.
Quando pensei em gritar senti meus pés descalços no chão, e tudo ali ficou escuro, assim como a casa, naquela madrugada, eu estava finalmente acordado, não via mais nada além de reflexos de luz da rua que atravessam os vidros das janelas.
Corri sobre o mesmo trajeto, eu estava no porão, subi as escadas e imediatamente acendi a luz do quarto dos meus pais, minha respiração ofegante, minha mãe preocupada tenta me consolar dizendo que foi mais um pesadelo.
Não podia ser aquilo somente um pesadelo, era muito real, minha irmã acordou e convenci a todos de ir comigo até a porta que eu havia aberto dentro do porão.
Podiam achar que eu estava louco de vez, mas preferi arriscar, acendi todas as luzes da casa, descemos todos até o porão, e realmente naquela porta que nunca prestamos atenção estava aberta, acendi uma lanterna, estava finalmente disposto a provar que havia ali ossos humanos, ou finalmente poder ser internado.
Engoli um pouco de saliva e fui até a porta, bom pelo menos isso era uma prova de que não foi totalmente pesadelo, apontei a luz forte da lanterna até aquele pequeno comodo antes desconhecido, chamei meus pais e minha irmã, a reação de todos foi chocante, havia mesmo uma ossada dentro do nosso porão.
Já estava quase amanhecendo, chamamos a policia que nos contou sobre um assassinato que ocorreu na nossa casa há quase 60 anos atrás, foi a primeira família a morar lá, o homem começou a ter distúrbios,e esquizofrenia, num ato da falta de seu estado normal, matou sua família e em seguida suicidou.
Seu irmão que chegou no local pouco tempo depois, escondeu os corpos até a porta isolada no porão, sabia que ali ninguém nunca perceberia, sua intensão era evitar que o nome de sua família se misturasse com escândalos e crimes.
Esse mesmo passou a vida mentindo para a polícia que seu irmão e sua família havia se mudado escondido sem deixar nenhuma pista do paradeiro, porém no leito da morte confessou o assassinato do irmão mas em seus últimos suspiros não conseguiu dizer aonde escondeu os corpos.
O policial meio desconfiado nos fez diversas perguntas, principalmente a mim, que cai na real: Eu vi os espíritos das crianças que moravam aqui, elas só queriam a minha ajuda para serem livres daquela casa após muitos anos.
Ps: Mesmo com o assunto resolvido nos mudamos de casa, meu sonambulismo acabou e os pesadelos também, porém pros meus pais e minha irmã, morar numa casa antiga aonde ocorreu mortes trágicas não era nada confortável.
FIM.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Fenômenos na Fazenda (Parte III Final) - Terras Amaldiçoadas
Estava lá, eu e o meu pai naquele imenso cemitério a céu aberto,a carne podre de tantos animais juntos começava a exalar longe, era um verdadeiro banquete para os urubus e vermes...
Saímos imediatamente daquele lugar macabro, meu estômago já estava virando de cabeça pra baixo, começamos a sentir muito medo, estava somente meus pais e eu no meio do nada.
Nossos animais começaram a adoecer do nada e morrer, nossas plantações passaram a secar, e um enorme fedor de carniça piorava a cada dia, agora entendemos porque todos os fazendeiros daquele região estavam mudando as pressas dali.
Certa noite estávamos na caminhonete voltando da cidade, pegamos a estrada de terra, aonde os faróis do carro nos guiava, não havia iluminação na estrada, mas do nada começou a ficar bastante claro, vinha logo atrás do carro essa luz.
Não era outro veiculo, havia alguma coisa nos seguindo, meu pai tentou acelerar o carro, mas quanto mais tentávamos fugir, mais rápido a coisa nos perseguia, tentamos desviar mas o carro havia desligado, simplesmente parou de funcionar.
A luz estava mais perto da gente e ficamos dentro do carro, eu não sabia como reagir, se corria pro canavial que cercava a estrada e corria o risco de ser pego por um ser de outro mundo, ou se esperava ali junto com meus pais que algo de muito ruim acontecesse.
Eu estava gélido, a luz começava a passar diante de nossos olhos ao lado do carro, era uma bola de fogo, aquela que vimos no pasto dourada e flutuava, a altura que ela passava dava pra ver que não tinha ninguém a guiando, era simplesmente uma bola de fogo voando sozinha.
Achei que iria todos nós morrer ali, mas a bola de fogo ou como dizem, a mãe do ouro estava apenas passando, era linda, porém apavorante, a medida que ela ia sumindo tentamos ligar o carro.
Nesse momento chegava atrás um outro carro, que parou do nosso lado, de lá desceu um homem velho, veste negra, cabelos grisalhos e olhos fixos em nós, meu pai desceu do carro.
Perguntamos se ele viu a mesma bola de fogo, era um fazendeiro da mesma região, estava de mudança também, disse resumidamente, sim resumidamente toda a história daquelas terras. E nos dizia:
- Ninguém quer comprar aqui não moço, só quem não conhece a história desse lugar! Sabe essa região toda? Eu disse toda! Pois é tudo cheio dos mais belos diamantes e das mais ricas minas de ouro, mas ai de quem explorar, a mãe do ouro protege tudo isso aqui, e quem ousar olhar pra um pequeno pedaço dessas pedras em baixo dessas terras será amaldiçoado pela entidade, no século passado um ambicioso fazendeiro fez isso, explorou a região e comprou todas essas fazendas, e não deu outra, a maldição caiu por terra literalmente, e quem ali vivesse jamais colheria do fruto plantado e nem comeria da carne dos animais ali criados! É meu caro, o pior erro é achar que aqui é um lugar qualquer! Vamos perder tudo! Boa noite...
Ao nos contar a história daquelas fazendas o homem abaixou a cabeça com um ar de arruinado e seguiu seu caminho, conseguimos ligar o carro, e quanto mais aproximávamos da nossa fazenda mais sentia o cheiro de morte, caímos na real de que se tratava de um lugar amaldiçoado.
Durante o dia apenas os urubus pareciam felizes, a noite as corujas cantavam, pela manhã sempre um animal morto diferente, era uma região rica de minerais preciosos, mas a mãe do ouro a protegia, vimos ela em bola de fogo, mas dizem que já a viram em forma de mulher flutuando com vestes brancas pelo mato.
Não conseguimos vender a propriedade, todos já sabiam da fama macabra e assombrada do lugar, mas sabíamos que a maldição era o lugar, vendemos nosso carro, nossos últimos animais saudáveis e alguns móveis, mudamos também dali, que ficava cada vez mais isolado e abandonado.
FIM.
Saímos imediatamente daquele lugar macabro, meu estômago já estava virando de cabeça pra baixo, começamos a sentir muito medo, estava somente meus pais e eu no meio do nada.
Nossos animais começaram a adoecer do nada e morrer, nossas plantações passaram a secar, e um enorme fedor de carniça piorava a cada dia, agora entendemos porque todos os fazendeiros daquele região estavam mudando as pressas dali.
Certa noite estávamos na caminhonete voltando da cidade, pegamos a estrada de terra, aonde os faróis do carro nos guiava, não havia iluminação na estrada, mas do nada começou a ficar bastante claro, vinha logo atrás do carro essa luz.
Não era outro veiculo, havia alguma coisa nos seguindo, meu pai tentou acelerar o carro, mas quanto mais tentávamos fugir, mais rápido a coisa nos perseguia, tentamos desviar mas o carro havia desligado, simplesmente parou de funcionar.
A luz estava mais perto da gente e ficamos dentro do carro, eu não sabia como reagir, se corria pro canavial que cercava a estrada e corria o risco de ser pego por um ser de outro mundo, ou se esperava ali junto com meus pais que algo de muito ruim acontecesse.
Eu estava gélido, a luz começava a passar diante de nossos olhos ao lado do carro, era uma bola de fogo, aquela que vimos no pasto dourada e flutuava, a altura que ela passava dava pra ver que não tinha ninguém a guiando, era simplesmente uma bola de fogo voando sozinha.
Achei que iria todos nós morrer ali, mas a bola de fogo ou como dizem, a mãe do ouro estava apenas passando, era linda, porém apavorante, a medida que ela ia sumindo tentamos ligar o carro.
Nesse momento chegava atrás um outro carro, que parou do nosso lado, de lá desceu um homem velho, veste negra, cabelos grisalhos e olhos fixos em nós, meu pai desceu do carro.
Perguntamos se ele viu a mesma bola de fogo, era um fazendeiro da mesma região, estava de mudança também, disse resumidamente, sim resumidamente toda a história daquelas terras. E nos dizia:
- Ninguém quer comprar aqui não moço, só quem não conhece a história desse lugar! Sabe essa região toda? Eu disse toda! Pois é tudo cheio dos mais belos diamantes e das mais ricas minas de ouro, mas ai de quem explorar, a mãe do ouro protege tudo isso aqui, e quem ousar olhar pra um pequeno pedaço dessas pedras em baixo dessas terras será amaldiçoado pela entidade, no século passado um ambicioso fazendeiro fez isso, explorou a região e comprou todas essas fazendas, e não deu outra, a maldição caiu por terra literalmente, e quem ali vivesse jamais colheria do fruto plantado e nem comeria da carne dos animais ali criados! É meu caro, o pior erro é achar que aqui é um lugar qualquer! Vamos perder tudo! Boa noite...
Ao nos contar a história daquelas fazendas o homem abaixou a cabeça com um ar de arruinado e seguiu seu caminho, conseguimos ligar o carro, e quanto mais aproximávamos da nossa fazenda mais sentia o cheiro de morte, caímos na real de que se tratava de um lugar amaldiçoado.
Durante o dia apenas os urubus pareciam felizes, a noite as corujas cantavam, pela manhã sempre um animal morto diferente, era uma região rica de minerais preciosos, mas a mãe do ouro a protegia, vimos ela em bola de fogo, mas dizem que já a viram em forma de mulher flutuando com vestes brancas pelo mato.
Não conseguimos vender a propriedade, todos já sabiam da fama macabra e assombrada do lugar, mas sabíamos que a maldição era o lugar, vendemos nosso carro, nossos últimos animais saudáveis e alguns móveis, mudamos também dali, que ficava cada vez mais isolado e abandonado.
FIM.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
Fenômenos na Fazenda (Parte II)
Eu e meus amigos ouvimos barulhos das cadeiras que ficavam na varanda da fazenda, já estava armado com a espingarda do meu pai, e disposto a gastar aquela única bala com a ameaça que nos cercava naquele momento.
Não sei de onde tirei tal coragem, mas abri a porta da sala imediatamente, meus amigos estavam logo atrás, até que abri a porta e não acreditei no que me deparei, não era possível aquilo...Antes mesmo de ver o que estava ali apontei a arma.
Havia dois e os únicos bezerros ali completamente feridos e agonizando no chão da varanda até que morreram ali mesmo, Puta...parece pouco mas faz muita diferença pro meu pai a perda desses bezerros.
O mais sinistro era como aquilo aconteceu? Meus amigos ainda pálidos pelo susto foram embora, meus pais logo voltaram e viram o que acontecera, mas não havia explicação, quem fez isso com os animais? E porque?
Já era noite por volta das 21 hrs quando meus pais voltaram, e mesmo assim meu pai me chamou pra ir até o pasto com armas agora cheia de balas, poderia ser uma onça, mas não encontramos nada, quando pensamos em voltar pra casa vimos uma bola de fogo flutuando logo abaixo sobre o pasto.
A bola de fogo era dourada parecia uma tocha, mas percebemos que não havia ninguém provocando os movimentos que tal fenômeno seguia, observamos atentamente até que a bola de fogo desapareceu em meio a outros pastos até não ser mais possível poder vê-la.
Meu pai me disse que poderia ser uma aparição da mãe do ouro, uma entidade que já foi vista antes por muitas pessoas principalmente em áreas como fazendas.
Dizem que aonde essa bola de fogo dourada é vista há jazidas e ouro no local que é protegida por essa entidade, alguns dizem que é uma maldição, outros dizem que é lenda.
No dia seguinte acordamos sentindo um imenso fedor de podridão, novamente meu pai e eu fomos procurar saber o motivo, o odor vinha de todos os lados,fomos até o pasto e havia um boi e duas vacas ambos mortos, não havia marcas ou algum sinal de ferimento que pudesse denunciar a presença de algum outro animal que tentou arrastar ou devora-los por ali mesmo.
Não havia marcas nem de raios que poderia ter caído, mas o cheiro de carniça não vinha dos nossos gados mortos, vimos urubus sobrevoando a fazenda do antigo morador aquele doido que atirava pro alto e estava de mudança que disse anteriormente.
Resolvemos constatar, seguimos os urubus, andamos um pouco mais do que o esperado, mas chegamos numa casinha abandonada, era um cenário perturbador, passamos por um espantalho de vestes longas preta com um crânio de boi com chifres enormes repleto de urubus pousados.
Quando chegamos o mau cheiro de carniça ficava mais insuportável até que o que parecia ser uma fazenda abandonada era na verdade um cemitério imenso de animais mortos, o que vimos na nossa frente é algo que nunca vi na minha vida antes, poderia ter ali uns 50 ou 60 gados mortos completamente em decomposição, havia também bodes, galinhas, porcos, e cada espécie era muito.
Estava ai a explicação do cheiro podre chegar até a nossa fazenda, e estava ai também o motivo daquele descontrole todo daquele homem que mudou dali, mas não havia uma explicação do porque de tantos animais mortos juntos assim, havia tantos urubus, e pra completar nossos animais também começaram a morrer de forma sem explicação, poderia essas mortes ter algo a ver com aquela bola de fogo que vimos a noite? Será que vamos morrer também?
Respostas para essas perguntas na terceira e última parte dessa história (quase real).
BREVE!!!
Não sei de onde tirei tal coragem, mas abri a porta da sala imediatamente, meus amigos estavam logo atrás, até que abri a porta e não acreditei no que me deparei, não era possível aquilo...Antes mesmo de ver o que estava ali apontei a arma.
Havia dois e os únicos bezerros ali completamente feridos e agonizando no chão da varanda até que morreram ali mesmo, Puta...parece pouco mas faz muita diferença pro meu pai a perda desses bezerros.
O mais sinistro era como aquilo aconteceu? Meus amigos ainda pálidos pelo susto foram embora, meus pais logo voltaram e viram o que acontecera, mas não havia explicação, quem fez isso com os animais? E porque?
Já era noite por volta das 21 hrs quando meus pais voltaram, e mesmo assim meu pai me chamou pra ir até o pasto com armas agora cheia de balas, poderia ser uma onça, mas não encontramos nada, quando pensamos em voltar pra casa vimos uma bola de fogo flutuando logo abaixo sobre o pasto.
A bola de fogo era dourada parecia uma tocha, mas percebemos que não havia ninguém provocando os movimentos que tal fenômeno seguia, observamos atentamente até que a bola de fogo desapareceu em meio a outros pastos até não ser mais possível poder vê-la.
Meu pai me disse que poderia ser uma aparição da mãe do ouro, uma entidade que já foi vista antes por muitas pessoas principalmente em áreas como fazendas.
Dizem que aonde essa bola de fogo dourada é vista há jazidas e ouro no local que é protegida por essa entidade, alguns dizem que é uma maldição, outros dizem que é lenda.
No dia seguinte acordamos sentindo um imenso fedor de podridão, novamente meu pai e eu fomos procurar saber o motivo, o odor vinha de todos os lados,fomos até o pasto e havia um boi e duas vacas ambos mortos, não havia marcas ou algum sinal de ferimento que pudesse denunciar a presença de algum outro animal que tentou arrastar ou devora-los por ali mesmo.
Não havia marcas nem de raios que poderia ter caído, mas o cheiro de carniça não vinha dos nossos gados mortos, vimos urubus sobrevoando a fazenda do antigo morador aquele doido que atirava pro alto e estava de mudança que disse anteriormente.
Resolvemos constatar, seguimos os urubus, andamos um pouco mais do que o esperado, mas chegamos numa casinha abandonada, era um cenário perturbador, passamos por um espantalho de vestes longas preta com um crânio de boi com chifres enormes repleto de urubus pousados.
Quando chegamos o mau cheiro de carniça ficava mais insuportável até que o que parecia ser uma fazenda abandonada era na verdade um cemitério imenso de animais mortos, o que vimos na nossa frente é algo que nunca vi na minha vida antes, poderia ter ali uns 50 ou 60 gados mortos completamente em decomposição, havia também bodes, galinhas, porcos, e cada espécie era muito.
Estava ai a explicação do cheiro podre chegar até a nossa fazenda, e estava ai também o motivo daquele descontrole todo daquele homem que mudou dali, mas não havia uma explicação do porque de tantos animais mortos juntos assim, havia tantos urubus, e pra completar nossos animais também começaram a morrer de forma sem explicação, poderia essas mortes ter algo a ver com aquela bola de fogo que vimos a noite? Será que vamos morrer também?
Respostas para essas perguntas na terceira e última parte dessa história (quase real).
BREVE!!!
terça-feira, 14 de julho de 2015
Fenômenos na Fazenda (Parte I)
Meus pais acabaram de comprar uma fazenda de um casal de idosos que nos dizia preferir morar na cidade perto de seus filhos.A velhinha disse que até já antecipou a venda de seus animais.
Passados alguns dias estava eu e meus pais chegando com toda a mudança e os caminhões com nossos animais, havia suínos, bovinos e galinhas, não era muito, mas o suficiente para uma recria, meu pai estava empolgado, havia gostado do lugar, queria refazer nossas vidas por ali e aumentar os animais.
Quando entramos pela estrada de terra que ligava a rodovia até a propriedade nos deparamos com uma cena muito estranha, havia urubus, aliás muitos urubus pousados na cerca da entrada da fazenda, um inclusive pousado no crânio de boi pendurada na cerca do pasto.
Pareciam olhar atentamente para cada um de nós e nossos animais esperando para uma refeição,com o passar dos dias fomos nos ajeitando, mas no meio de uma certa tarde ouvimos barulhos bem no fundo da fazenda, era tiros de espingardas que parecia ser depois do córrego que banhava alguns metros abaixo da nossa fazenda.
Como o barulho permanecia e as aves agitadas voavam sobre nossas cabeças, eu e meu pai fomos também armados na intenção de achar algum caçador fazendo caça ilegal ou até precisando de ajuda com algum ataque de onças.
Atravessamos o córrego e paramos em outra fazenda, lá havia dois caminhões levando mudança e um homem meio velho descontrolado, gritando coisas do tipo que perdeu tudo por causa dessa tal praga, quando ele percebeu nossa presença achamos que ele ia atirar, em defesa logo pegamos nossas espingardas também, porém o velho nos disse:
- São vocês os novos fazendeiros dessa região?
Eu e meu pai um pouco assustados com o que ia acontecer respondemos balançando a cabeça positivamente, perguntamos porque, ele apenas nos disse que ninguém sabe o que acontecia,nem a policia, não entendemos, tentamos saber algo mas o homem estava bastante fora de si gritava e xingava não sei o que e atirava para cima gritando muito enquanto sua mudança era organizada.
Passado algum tempo nossos animais e as aves do local ficavam muito agitados, certa tarde meus pais saíram então chamei 3 amigos para jogar algum game comigo, havia um telefone do lado de fora aonde pegava sinal, quando a gente jogava no quarto, escutamos barulhos estrondosos aonde as vacas leiteiras ficavam, com muito medo corremos de medo e trancamos as portas e janelas de vidros.
O barulho tipo algo parecido com trovão ficava cada vez mais alto, com muito medo fomos parar em baixo da cama, de repente ouvimos barulhos na varanda, alguém fazia barulho nas cadeiras, meu amigo sussurrando me sugeriu pegar a espingarda que estava pendurada na parede da sala, porém para atravessar até a sala tinha que passar por uma porta de vidro da copa, que era de vidro transparente e liso.
Ficamos aflitos pois seja quem ou o que estivesse ali fazendo esse barulho iria nos ver por fora e também iriamos vê-lo, com muito medo nós 4 corremos na velocidade da luz até a sala, o telefone era externo, peguei a espingarda mas havia uma bala só, e agora? E se quem estivesse do lado de fora estivesse também armado e com mais balas?
Eu naquele momento tinha só uma opção: Acertar no alvo de primeira, ou morrer junto com meus amigos, o barulho nas cadeiras da varanda permanecia, mas a porta da sala era de madeira e quando aquela porta se abrisse iriamos ver do que se tratava, com a espingarda na mão logo abri a porta, meus amigos com mais medo do que eu estavam armados...com facas de cozinha! Até que abri a porta e não acreditei no que me deparei, não era possível aquilo...
Continua a parte II em breve!!!!
segunda-feira, 6 de julho de 2015
O Cavaleiro sem Cabeça.
A duas décadas a família Clarck foi amaldiçoada por um homem chamado Cristovão, cujo dito a muitos anos atrás foi assassinado pelos peões do pai de Esmeralda Clarck, a mando do mesmo, o motivo era que Esmeralda e Cristovão eram apaixonados um pelo o outro.
Os Clarck sempre foram ricos e seu sobrenome tradicional na região em que moravam na Inglaterra, o casal viveu algum tempo se amando as escondidas do pai da moça e de quem quer que seja, Esmeralda era completamente apaixonada por Cristovão, porém o rapaz era só um pobre empregado da fazenda que viviam os Clarck.
Era um amor proibido, somente a italiana Anastasia, cozinheira da família sabia e ajudava os dois a se encontrar ao calar das noites.
Certa noite o casal adormece no seleiro da fazenda, e são surpreendidos pelos peões junto ao pai da moça com a expressão completamente furioso, a mando do patrão os peões levam Cristovão dali, o pai de Esmeralda fecha a porta do celeiro aonde estão apenas os dois, lhe tira a cinta e agride a filha sem dó.
O viúvo não conforma ver que a filha fez amor com um mero peão, a tranca no seleiro, enquanto os outros peões agridem Cristovão que por um descuido corre e monta num cavalo preto fugindo em direção as montanhas repleta de floresta.
Mas é em vão, na floresta é pego, o pai de sua amada deixa que ele diga suas últimas palavras.
- Vocês vão me matar, mas nunca vão me proibir de amar Esmeralda, eu vou voltar para busca-lá, e voltarei montado nesse mesmo cavalo preto, e antes de morrer, eu amaldiçoo o senhor e toda a geração de sua família que chegar, exceto Esmeralda que virei buscar.
Em um golpe de foice os peões arrancam-lhe a cabeça, que cai ao chão enquanto o pescoço vira uma fonte de sangue, o patriarca dos Clarck manda matar também o cavalo que o peão jurou voltar cavalgado após a morte.
- Ele jurou em seu cavalo voltar, mas darei trabalho a esse infeliz, terá de voltar a pé! (debocha)
Com uma estaca fincada a cabeça, Cristovão é levado pelo pai da moça, o sangue escorre pelos braços, e a sensação é de vitória quando finca a estaca com a cabeça do homem no chão. O corpo foi deixado na floresta, queria engordar os urubus, dizia o homem.
Esmeralda é liberada do seleiro, e levada a força pelo braço até a cabeça de seu amado.
- Isso é o que sobrou desse maldito, minha filha, agora trate de esquece-lo, eu vou jogar a cabeça dele no rio, para que possa ser levado para bem longe daqui.
Sete dias após a morte de seu amado, a filha do perverso homem é consolada por Anastasia que lamenta muito, e tenta convencê-la a comer, mas a moça não quer saber mais de viver, seu pai só pensa em arrumar um noivo para a filha que nem percebe que jovem está se matando aos poucos.
Naquela noite uma forte chuva chega a região, trazendo junto uma tempestade fora de época, os empregados da fazenda foram dormir, mas Esmeralda chorava na janela olhando os raios cair nas montanhas, enquanto seu pai tomava uma taça de vinho perto do quadro de sua falecida esposa que ficava no centro da sala.
A porta da sala que era de uma resistente madeira e que estava trancada se abre repentinamente com um forte vento, que se adentra por toda a casa derrubando vasos, e movimentando cortinas, a lareira quase apagou em consequência ao forte vento, o patriarca sentiu um imenso gosto de sangue em seu vinho naquele instante, deixando a taça cair.
Pela porta entrava um homem vestido com uma capa preta, o homem não tinha cabeça, e estava montado num cavalo preto que estava em alto estado de decomposição. O Sr. Clarck achou que havia bebido demais e não conseguia acreditar que Cristovão cumpriu o juramento de voltar após sua morte para buscar a amada.
Esmeralda e todos os funcionários da fazenda vão até a sala após escutar o barulho da porta, ninguém tem reação, apenas Esmeralda que sorri e vai em direção ao cavaleiro. Que a leva junto ao cavalo sumindo em direção as montanhas.
Com o passar dos anos o Sr. Clarck pagou por toda aquela maldade, raramente estava saudável, vivia infeliz e sozinho, o resto da família parecia urubus em volta do homem, esperando sua morte, não para devorar sua carcaça, mas sim sua fortuna que por fim estava amaldiçoada por Cristovão, quem ficasse com aquela fortuna terminaria a vida com problemas de cabeça, assim como Sr. Clarck faleceu após viver muitos anos, não literalmente, mas morreu sem cabeça.
Na década atual dizem que o cavaleiro sem cabeça ainda assombra a região a cada sete anos, a última vez fora visto em 2014, montado numa caveira de cavalo e carregando uma moça com vestes claras e pele pálida.
O Mistério de Varginha
Varginha-MG, ano de 1992, quatro crianças jogavam bola num campinho de futebol, por volta das 19 hrs um estranho objeto voador não identificado pairou sobre o céu, parando sobre o local aonde as crianças brincavam, uma forte luz banhou a vizinhança, quando a luz sumiu, as crianças sumiram junto a ela.
Alguns vizinhos da região viram tudo de perto, a família das crianças entraram em desespero na época, exigiram que as autoridades fizessem algo, houve investigação por muito tempo, foram coletados objetos caídos das próprias crianças, e também relatos de testemunhas.
Mas os anos foram passando, e essas crianças nunca mais foram vistas, Imprensas de diversos países estiveram na cidade procurando entender o fato que foi divulgado por todo o mundo.
Algumas pessoas acreditaram na história e nos relatos, outras pessoas acharam que tudo aquilo era fantasioso de alguém que havia sequestrado ou até assassinado essas crianças, fazendo com que todos acreditassem em supostas abduções por Extraterrestres.
As buscas pelas crianças ultrapassaram todo o Território Brasileiro, e nada nenhum sinal, nenhum corpo ou alguém que reconhecesse as mesmas por fotos.
Os anos passando, e o assunto cada vez mais brando tornando-se esquecido por todos, exceto pela família que ainda tinham esperança.
Depois da data da abdução das crianças, muitos outros fatos estranhos voltaram a acontecer no céu de Varginha, Alguns moradores da cidade relataram e garantem ter visto seres Extraterrestres na região. Alguns animais apareciam mortos na zona rural de forma muito macabra e estranha, e plantações surgiam com sinais e símbolos. Mas nenhuma prova até então.
Uma certa noite de Janeiro de 2015, por volta das 22 horas, aquela mesma luz vista em 1992, surge no mesmo campinho que ainda existe, como a luz era muito forte e parecia repleta de radiação a cidade ficou inteiramente sem luz, tudo estava escuro, houve pânico nos hospitais da cidade, Não havia ninguém no campinho, algumas aves noturnas quando cruzavam a linha entre o céu e a luz que descia de lá caiam mortos.
Moradores mais próximos sentiam uma forte dor de cabeça e os ouvidos zumbiam, o fenômeno durou por cerca de 2 minutos, nem energia elétrica, nem aparelhos telefones funcionaram naquela hora, quando a luz daquele imenso objeto voador sumia sobre o céu, aparece no campinho 4 pessoas sem vestes, estavam caídas desacordadas sobre o solo.
A Energia e os telefones aos poucos voltavam a funcionar, moradores correram para o campinho, já tendo a certeza que eram as crianças que se tornaram adultos.
Médicos correram para o local, aquelas 4 pessoas começavam a despertar lentamente, parecendo acordar de um sono profundo, pareciam não reconhecer mais este mundo, estavam assustados e não conseguiam conversar, até então atualmente ninguém sabe ao certo explicar como e porque aquilo aconteceu, esses 4 adultos tem marcas em todo o corpo de cicatrizes, seus dentes e olhos todos deformados, e agem de forma irracionais, não conversam, não compreendem, e passam o tempo todo com olhares fixos para o nada como se não tivessem mais cérebro.
A imprensa foi e ainda é proibida de fotografar/filmar/ essas pessoas e familiares.
As crianças abduzidas, e hoje adultas estão sobre a proteção do exército Brasileiro e o local aonde estão é mantido em total sigilo. E radares estão sendo investigados para maiores informações sobre o OVNI.
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